terça-feira, abril 01, 2008

No caminho do Lobo






















Após uma boa manhã de tordos e de reconfortados os estômagos com um opíparo almoço em Serpa, resolvemos descobrir o caminho do Pulo do Lobo a partir desta localidade.
Na zona do tribunal existe uma rotunda com uma placa a assinalar o trajecto.
A estrada é boa até uma certa altura em que passa a ser de macadam razão pela qual recomendo o tracção às 4 , isto se quizermos ir mesmo até ao fim.
O caminho e as vistas até lá são deslumbrantes e absolutamente magníficas ( a foto de cima é um pequeno rio que se atravessa no nosso caminho). Com toda a certeza avistarão bandos de perdizes, lebres e coelhos e um ou dois palanques podem ser avistados naquelas reservas mais querençudas para os javardos, de escarpas abruptas e matagais profundos e... longe, muito longe dos povoados.
Há por isso, razões para se fazer transportar uma boa câmara fotográfica, com umas boas lentes de zoom, pois pelo caminho, encontrará de certeza motivos da nossa fauna que lhe irão permitir alguns bons instantâneos.
O pulo do Lobo o que é ? No fundo trata-se de um estrangulamento do Rio Guadiana, que o obriga alguns metros mais à frente a cair em cascata e, com o passar dos anos, a acidez das águas escavou na rocha um trajecto estreito e sinuoso que o leva alguns kilómetros mais tarde a abrir de novo e ir desaguar a VR S António no Algarve.
A Lampreia e o sável são alguns dos peixes que sobem o rio, nas alturas próprias e, chegando ao Pulo do Lobo não podem subir mais, regressando para trás para, nas margens, efectuar as suas desovas.
Vale mesmo a pena visitar Serpa, almoçar convenientemente e de seguida efectuar este trajecto o qual é exactamente o oposto daquele que é mais habitual utilizar, através de Mértola.
O que indicamos é mesmo selvagem e encontramos o Alentejo na sua mais elevada expressão de profundo e recôndito.
Abraço amigo.
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quinta-feira, março 20, 2008

O Grupo dos Tordos















Depois de uma boa manhã de tordos .
Recompôr as forças sentados à volta de uma mesa.
Almoço no "Arrozinho de Feijão" - Serpa.
Encontramo-nos na próxima época.
Abraço a todos.
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sábado, março 15, 2008

O Rei do Bando

Perdizes

Nas Zonas de Caça Associativas do Crespo, a rainha é a nossa querida perdiz vermelha, ou patiroja como lhe chamam os nossos vizinhos espanhóis.

Quando em Junho os Perdigotos eclodem dos seus ovos e, poucos minutos depois, começam logo a debicar o chão em busca dos insectos que lhes são tão necessários à sua sobrevivência, não lhes passa sequer pela cabeça que elas são consideradas como uma das mais belas e esguias aves de caça do mundo.

Cedo começam a sucumbir aos seus predadores naturais e, por força de terem de se defender da adversidade natural do meio hostil em que vivem, adquirem um elevado nível de argúcia, destreza, bravura.

Formam então os seus bandos e normalmente vivem em comunidades de até 20 indivíduos nas planícies e montados de cereais de restolhos, em montados abertos e ladeiras por vezes pronunciadas, com matos rasteiros que lhes proporcionam o abrigo necessário quando perseguidas.

Principalmente o ouvido e a vista estão muito desenvolvidos na perdiz vermelha, tirando partido destes 2 sentidos para escapar aos seus inimigos mais comuns: a raposa ou zorra, os toirões, corvos e gaios, gatos selvagens e, por último, o seu pior predador: o homem !

E é sobretudo no início da temporada, quando os bandos de perdizes ainda não ouviram sequer estoirar a pólvora nem zunir à sua volta o chumbo das espingardas dos caçadores, que a sua caça no montado revela todos os seus atractivos.

Nenhum outro género de caça permite aos nossos perdigueiros realçar tão bem as suas qualidades e proporcionar-nos a nós seus donos a possibilidade dos chamados “dobles” ou “dobletes” que são, para mim, a essência e o nosso desafio final na caça à perdiz.

Nas nossas zonas de caça associativa, os terrenos são polivalentes isto é, tanto podemos encontrar extensões de pastos e cultivos, como também temos terras de pousio e algumas parcelas de pinhais. É, quanto a mim, pela sua biodiversidade agrícola, dos terrenos mais aptos de Portugal para a criação da perdiz e lebre.

A lebre, essa, nas nossas zonas de caça, pela sua capacidade de proliferação, acaba quase sempre por ser bastante prejudicial para as perdizes.

Por serem em grande número, e sobretudo por se movimentarem muito de noite em grandes correrias quando estão na época do cio, acabam por atropelar os bandos de perdizes que pernoitam e dormem descansadas em círculos no chão e, por isso, muitas vezes são obrigadas a levantar voo, tresmalhando-se na noite e indo embater contra os sobreiros e azinheiras das redondezas, ficando isoladas e mais à mercê dos seus predadores naturais.


Lebre


Faz muitos anos, adquiri o hábito de, cada vez que derrubava uma perdiz com um tiro e o perdigueiro a cobrava, não a pendurava no cinto sem antes verificar primeiro se tinha ou não dois ou três pontos pretos na parte debaixo das penas da cauda.

É que quando uma destas perdizes nascem e lhes aparece aparentemente por dádiva do Criador estes sinais nas penas da cauda, são automaticamente eleitas pelo resto do bando como o seu leader, como o seu Rei.

É esta a perdiz que não se alimenta enquanto as outras estão, nas primeiras horas da manhã, comendo e debicando o chão. Ela não. Ela encontra-se geralmente isolada, a poucos metros do bando, atenta, geralmente num ponto mais alto, em cima de uma rocha etc, olhando para o horizonte a ver se existe perigo eminente ou predadores á sua volta ou por cima. Só quando as suas irmãs acabam de comer é que ela então se alimenta.

Aposto que muitos dos nossos colegas e amigos confrades caçadores da Associação não sabem deste pormenor das pintas pretas. Sobretudo os mais novos.

Pois é, mas é verdade, o rei do bando é o mais sagaz, o mais esperto, o mais difícil de abater quando caçamos de salto, isolados ou em linha. Se conseguirmos tal façanha, quer nós quer o nosso perdigueiros estaremos de parabéns. Fomos mais espertos e vencemos o Rei.

Na caçada de 28 de Outubro, caçava como é habitual em linha e tinha como companheiros, do meu lado esquerdo o meu cunhado Manel e do lado direito o Bento Laneiro, com o seu magnífico epagneul breton que tanta caça lhe dá a matar.

Ao passar num moroço de carrascos, pedras e juncos, o pointer faz uma breve paragem, mas a atitude e o brilho dos seus olhos mostrou-me logo que o assunto era sério e que por ali haveria de certeza caça escondida.

Bem pensado bem acontecido. Não tinha decorrido de certeza um minuto quando vejo uma lebre a fugir por trás de mim, direita à parte mais suja do moroço. Tive que me empenhar e ter reflexos extremamente rápidos. Um tiro quase de instinto deixou-a estendida no esteval que já ia atravessando.

Cobra pachola ! – gritei ao pointer. Grito-lhe sempre com entusiasmo para ele cobrar pois noto no animal maior empenho em tal acto contra natura que é a de caçar e ter de me vir entregar a caça. Afinal o seu instinto básico é comê-la, certo ?

Cobrada a lebre , ouço 2 tiros do meu lado direito e vejo que o Bento Laneiro ou atirou a perdizes ou então tinha falhado aquela lebre matreira que vinha a 100 à hora pela encosta abaixo com as orelhas encostadas às costas. Um tiro bem apontado e a Benelli bem corrida e a lebre deu 2 cambalhotas. O Fox , o rafeiro do meu cunhado, ao ouvir o tiro, passou a correr mesmo por cima dela e nem disso se apercebeu.

Cobra pachola !– novo grito de alento e tenho, de novo o pointer a trazer-me a segunda lebre.

Mau, que isto já é peso a mais para as minhas 2 hérnias de estimação. Coloquei uma dentro da mochila que levava às costas e pendurei a outra por fora também da mochila, deixando o peso todo para os ombros e aliviando a carga na cintura – zona das hérnias.

Percorridas mais umas centenas de metros oiço 2 tiros pelo meu lado esquerdo. Olhó Manel – penso. Está a dar nelas !

Não estava. Falhando, observo que deixou fugir um par de perdizes que passaram aí uns 30 metros por cima de mim de asa aberta em voo planado e a grande velocidade. Faço logo o 1º tiro à 1ª quando ainda não estava na minha vertical, pelo canto do olho vejo que vai cair na encosta do lado de lá da ribeira, olho para a outra e penso – ainda vou a tempo – outro disparo com a minha automática e vejo a segunda perdiz a desplumar-se lá no alto e vir cair que nem um pombo torcaz quando vem em queda livre. Fantásticos estes cartuchos –penso para mim próprio – e, ao mesmo tempo, grito vitorioso, em sonoro eco, no meio do vasto montado: “dobleeete, dobleeete !!

Uma das perdizes cobro eu próprio – a segunda – e a primeira peço ao pointer para cobrar na zona onde havia mais ou menos caído. Orgulhoso, depois de algumas voltas dadas vejo-o a trazer-me a perdiz pendurada na boca. A cauda a abanar rapidamente era o sinal de que o meu canito estava – como eu – completamente radiante.

Ao pendurá-la, viro-a, espalho em leque as penas da cauda e…lá estavam, 3 pontos pretos, cada um na sua pena. Reparo nas patas e a perdiz tem 2 esporões, macho velho, cabeça grande e redonda, não tinha a menor dúvida: tinha caçado o REI DO BANDO. Obrigado Associação Caçadores do Crespo, pois há cerca de 10 anos que não matava um Rei do bando.
Perdiz

Abraço amigo

Sérgio Vieira

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Época 07/08 - último dia de caça















Tordos em ZCT / Brinches

Um belo fim-de-semana passado em Serpa, com os meus 2 cunhados.
Almoço no "Arrozinho de Feijão" com os amigos de Serpa. Jantar na residencial limitado a uma magnífica tosta feita pela D Teresa e uma infusão de ervas de camomila e tília para melhor dormir.
No 1º dia estivémos na Herdade da Pantufa com boas entradas de tordos e no segundo dia fomos caçar para uma Turística nos arredores de Brinches ( à att amigo Isaías Piçarra ). Com o tiroteio ( aqui o termo utilizado pelos caçadores locais é "com a estouraria") que se fez sentir nos olivais à volta de Brinches ( penso que são Municipais) os tordos atravessavam o montado e vinham fugidos para o nosso olival.
O Zé S. na porta à minha esquerda atirava certeiro com GB de 30 gr / chumbo 7,5 e até fez "dobles" aos tordos. Do meu lado comecei mal a caçada ( diversos falhanços) e já não consegui recuperar a concentração, fazendo uma percha de cerca de 16.
Na fotografia vê-se o resultado mas... dos 2 dias !
Tive o grato prazer de ter visto o que nunca tinha observado em 32 anos de caça.. à luz do dia. Íamos de regresso para Serpa no Range Rover do Zé S. quando de repente vimos, dentro da ceara, a uns 200/250 metros, 5 lebres machos em parada nupcial a cortejar uma única fêmea. Entrámos com o Jeep dentro da seara e chegámos até cerca de 30 metros dos animais. Os machos estavam tão cegos de paixão pela fêmea que pouco nos ligaram, nem sequer fugiam e acabámos por assistir a um dos machos cobrir a fêmea. Simplesmente espectacular.
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domingo, fevereiro 10, 2008

Dia de entrada de tordos !















ZCT Pantufa - Serpa
09-02-2008
Um bom dia de entrada de tordos.
Na 1ª hora da manhã algumas centenas de tordos "entraram" por extensos cordões lá nas alturas sem sequer ligarem à nossa presença. Esperámos depois pela entrada de alguns que viessem mais baixos... e não tardaram!
Aos pares, isolados, pela direita , esquerda, por trás , foram aparecendo proporcionando uma manhã divertidíssima de tiros e cenas variadas de caça.
Destaco um tordo que abati mesmo "lá do alto" que veio a cair em hélice mesmo por cima de mim e que tentei apanhá-o com a boina que tinha na cabeça. Falhei por alguns centímetros. Outro, veio para baixo exactamente da mesma maneira e quando estava a mais ou menos 2/3 metros por cima de mim, viu-me , endireitou num último esforço , e desatou a voar escapando pelo meio dos zambujeiros, deixando-me completamente de boca aberta. Nunca tal me tinha acontecido.
O meu cunhado Belmiro lá ia fazendo também o gosto ao dedo despejando uma série enorme de cartuchos.
Da minha parte tive que estar a dividir alguns tordos pelas portas vizinhas.
Enfim, mais uma boa manhã de cenas hilariantes e de divertimento.
No próximo domingo acaba a época e está prometido um barbecue no Monte da Herdade.
Assim o tempo o permita e... Amigo Zé S., ... lá estaremos !!

Abraço amigo


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domingo, fevereiro 03, 2008

Regresso do Miguel aos Tordos





























Serpa
O Miguel regressou este ano, de novo, com o pai, a uma caçada aos tordos.
A manhã foi muito fraca de pássaros ( na véspera, à tardinha, havia muitos, para onde foram? ) mas as brincadeiras de tracção com os Jeeps dentro da Herdade e o facto do Tomé ter levado também o seu filho Diogo, fê-los esquecerem a escassez dos tordos.
Um gameboy no bolso, também ajuda muito...
A partir de Agosto já começa a ir com o pai às rolas.
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domingo, janeiro 13, 2008

ZCT Herdade da Pantufa - Serpa















12-Jan -2008
Boa manhã de tordos com o JS e o JV.
Divertimento no seu expoente máximo.
Correrias atrás dos "tordos de asa" que, no chão, correm mais do que nós.
O último recurso é tentar conseguir apanhá-los a pontapé ou, mesmo, em corrida, lançar-lhes o chapéu que temos na cabeça na esperança que lhe caia em cima.
Outros, também de asa, metem-se por baixo dos zambujeiros e primeiro que se apanhem é um caso sério. Para além das figuras que fazemos no campo de cócoras e de cu para o ar , pelo menos das mãos arranhadas não nos livramos, se os queremos apanhar.
De resto, tiros dos mais diversos efeitos e feitios, tordos "despegados" lá do alto, em queda tipo "hélice" e a cairem-nos aos pés, ou,depois, de atingidos, seguem que nem balas e caiem a 100-150m de distancia.
Outros, ficam autenticamente depenados lá no alto mas seguem impávidos e serenos.
Enfim, a multiplicidade de cenas, tiros e circunstancias é o grande atractivo deste tipo de caça.
Resultado final: 23 tordos e um malhado.
Cartuchos: Star 1000 - melior chumbo 9 e, pelas 9h da manhã, mudei para Star tordo chumbo 8 também da Melior.
Um abraço
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domingo, janeiro 06, 2008

ZCA do Monte Alto - aos tordos.



Vale de Vargo -05-01-2008
Uma boa manhã de tordos, com o aguardo e o local de caça nas fotos acima.
Há manhãs de tordos em que chegamos às 8h30 e os tordos praticamente desaparecem.
Esta 2ª caçada do ano primou por entrarem tordos toda a manhã. Foram quase 6 horas de olhos postos no céu, à espera do "piar" do tordo e de ver de onde ele chega. Para mim, são as melhores manhãs de tordos. Pode não haver muitos mas se forem entrando é o ideal.
Por convite dos amigos JS e JV fui caçar hoje domingo a esta ZCA em Vale de Vargo, perto de Serpa.
À medida que entravámos com o Land Rover nos olivais os movimentos de tordos já iam antevendo boas perspectivas.
O meu erro nesta caçada foi ter levado somente chumbo 9, 32 gr, já que os tordos começam a entrar "altinhos".
No final da manhã os limites estavam no entanto conseguidos e já de lá saímos com os tordos a continuarem a insistir a entrar pelo olival dentro.
Bela zona de tordos.



sábado, dezembro 29, 2007

Dia da Caça















29-12-2007
Uns dias são do caçador outros dias são da caça.
Este foi decididamente... da caça!
Uma percha de tordos q.b mas que com a "matéria prima que me passou hoje a tiro" poderiam ter sido 40 ou 50.
Um saco cheio de cartuchos vazios e um resultado"magro".
Hoje entraram tordos com T grande. Na maioria dos casos 3 tiros atrás de cada um e falhados foram para aí uns 30 ou mesmo mais.
Irra que há dias que não se pode ir à caça.
Até dormi bem, o tempo esteve de nevoeiro até por volta das 10h30 da manhã, depois surgiu um sol radioso, os tordos circularam mas teimavam mesmo em não cair.
Boas perchas... mas seguramente noutras espingardas !
Hoje , para mim, o dia foi mesmo da caça.
Abraço
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domingo, dezembro 16, 2007

A Porta 11











































Tordos nos arredores de Serpa
Foto 1 : o meu resultado - escasso mas deu para divertir com cerca de 75 tiros dados!
Foto 2: O Saldanha , eu e o Manel - os 3 pensativos: " deixa estar , p'rá próxima será melhor "
Foto 3: a paisagem envolvente - num local destes só pode mesmo é dar tordos a sério.
Data: 15-12-2007

Dia lindo para aparecerem "uns tordos". O local é espectacular. Oliveiras seculares, azeitona galega preta por colher, matos com zambujeiro, frio q.b. , sol radioso. Que mais era preciso para aparecerem os tordos em força ?
O que é certo é que os tordos teimam em não aparecer este ano.
Provavelmente para Janeiro? Acho que sim.
Abraço

domingo, dezembro 02, 2007

Foi um privilégio...





























01 Dezembro 2007
Uma jornada às perdizes em Ponte de Sôr.
Foi um privilégio juntar-me a este grupo de ilustres caçadores e participantes dos Fóruns de Caça existentes na Web. O José Soares, o Alexandre Valente, o Isaías Piçarra e seu filho Diogo, o José Pimenta, o Rui Bonito.

Dia de sol e frio , muitos tiros , gritos , perdigueiros, cobros, bom humor e disposição, deixam saudades suficientes para uma repetição em breve.
Abraço amigo
Sérgio Vieira
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domingo, novembro 04, 2007

Perdizes ...na recta final !





























04-11-2007
Mais uma jornada cheia de desporto, natureza e peripécias.
As perdizes já saltam longe e as lebres aparecem ... nas portas !
Aqui é o fim da época de caça de salto. No final do dia, ainda assim, batem-se recordes de abates.
Ficamos, no entanto, com a garantia de que mais de 60 % da caça existente na abertura geral continua para novas criações e reforço dos contingentes. No campo ficaram as mais fortes, as que com a sua sagacidade e astúcia ludibriaram e fugiram ao seu pior predador... o homem !
Na próxima época os seus filhos terão,ainda, melhor performance.
Nesta jornada, consegui "enganar" outras 5.
Parabéns aos dirigentes, a todos os que contribuíram com o seu esforço para este estrondoso êxito.

segunda-feira, outubro 29, 2007

Outubro .... ao RUBRO !!




































28-10-2007
Excelente dia de Caça.
Resultado da jornada:
4 perdizes
2 lebres
1 coelho

domingo, outubro 21, 2007

Este ano, um Outubro Quente !





























21-10-2007

Foto I
A meio da manhã, em cansaço evidente. 2 lebres , 4 perdizes, capturadas com a ajuda de um "doblete". Temperaturas ao redor dos 30 graus.

Foto II
No final da 1ª volta, planeando a 2ª.
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terça-feira, outubro 09, 2007

Nova temporada para sonhar ?





























07-10-2007 -2ª abertura às perdizes

Chamo-lhe a 2ª Abertura às Perdizes pela simples razão de que se caçou na mesma Herdade mas em terrenos diferentes dos da... "1ª Abertura".

Resultado final na segunda fotografia e a satisfação de ver um quadro de caça novamente muito generoso. Esta temporada vem de novo carregada de perdizes.

As espécies cinegéticas em geral reproduziram-se com êxito, sobretudo perdizes e lebres e parece-me que estamos perante uma ..... "Nova Temporada para Sonhar" !

domingo, outubro 07, 2007

segunda-feira, setembro 24, 2007

Desbaste dos Coelhos e Lebres






















23-09-2007
Antes de chamar-lhe Abertura, chamar-lhe-ei primeiro o "desbaste" dos coelhos e lebres .
Resultados controlados mas aquém das expectativas.
Foram batidas algumas manchas de mato e deixaram-se em descanso as grandes extensões com lebres e perdizes.
Nº espingardas: cerca de 31
Peças abatidas: cerca de 29 com muito mais lebres do que coelhos, fazendo criar a necessidade de reflexão sobre as "vantagens" destas pré-aberturas.
Pessoalmente regressarei somente na Abertura a sério, a GERAL.
Foto 1: o pachola desempenhou muito bem, no mato foi um autentico coelheiro a caçar. Pena que houvesse tão poucos coelhos.
Foto 2: a meio da manhã, com o Sr António- o Mestre, profundo conhecedor da Herdade, das voltas a dar , pouco conversador mas nota-se que lá por dentro vai um Homem de grande alma.
Foto 3: resultado final - escasso !
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domingo, setembro 16, 2007

Último dia de Rolas em 2007




16-09-2007

Quadro individual de caça ( 4 rolas , 5 torcazes e 3 patos reais ) e quadro de grupo em que se faz a contagem para a posterior distribuição.

Outro belo dia de caça. As rolas, este ano, compareceram generosamente, fazendo relembrar quadros de caça de há muitos anos atrás.

Hoje, esperámos os patos bem mais cedo junto aos açudes , ao raiar do dia, pelo que se abateram mais alguns.

Os torcazes estiveram com mais força nesta reserva o que indicia o início da despedida das nossas rolinhas.

Para o próximo fim de semana temos a abertura aos coelhos e lebres.

Um abraço amigo.

segunda-feira, setembro 03, 2007

"Roladas" em Vila Nova S Bento

 
 

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02 Setembro 2007

Na noite de sexta-feira recebi uma chamada do amigo Tomé, ainda de férias em Monte Gordo, perguntando-me se ia à caça à reserva no domingo 02 Set.

Não estava nada preparado para ir. Estava em minha casa em Bicesse e a ideia era passar o fim de semana com a família.

"À partida não vou Tomé, vou ficar aqui por casa".

"Não faça isso, venha à caça amigo Sérgio...! O Sérgio é que sabe mas olhe que tenho notícias que a reserva esta semana está bastante boa de rolas e torcazes."

Bem, depois de ouvir isto claro está que o chamamento passou a ser irresistível e a merecer o sacrifício de ir directo a V. Nova S Bento , caçar de manhã e voltar de seguida, lá pelas 15 horas estaria de novo em casa.

"Ó amigo Tomé então conte lá comigo e diga sff ao Sr Santos para me levar um cento de cartuchos, 32 gr com chumbo 6."

Chegado às 5h30 pairava no ar um entusiasmo muito especial na maior parte dos Caçadores. As rolas durante a semana visitaram a reserva com frequência e os torcazes apareceram também com abundância, deixando toda a gente entusiasmada. No final da tarde anterior, a sua presencia havia sido confirmada.

Logo após o sorteio, foi de imediato feito o transporte dos caçadores para as portas.

No percurso, em cima das carrinhas de caixa aberta e Jeeps a alegria transparecia na cara das pessoas e notava-se que a expectativa era grande.

O dia começou a clarear e os primeiros tiros que começaram a soar, foram aos patos que saíam apressados dos açudes assustados com tal movimento.

Aos poucos chegavam as primeiras rolas e torcazes, logo depois cada vez com maior abundancia e em maior numero. Por volta das 7h30 não havia mãos a medir com as entradas de pássaros. Vinham para comer em pequenos bandos de 5, 6, 7 rolas.

Centenas de tiros foram feitos nesta belíssima manhã de verão com temperaturas na ordem dos 35 graus.

Quase todas as 31 portas caçaram rolas e pombos e, no final, para além da satisfação generalizada e estampada nos rostos das pessoas, o quadro de caça saldou-se por uns bonitos 62 torcazes e 144 rolas comuns, dando uma media de 7 "bicos" por porta, o que, nos dias de hoje, é considerado já muito razoável.

De referir que estes bons resultados não surgem em vão e do nada. Antes pelo contrário. Por trás está todo um trabalho de criação de condições para que a reserva seja visitada pelas rolas e pombos.
Parabéns ao Guarda da Reserva, Sr António.

PS: nesta caçada consegui algo que para mim não é nada usual como caçador: fiz um doble aos torcazes e um doble às rolas.

Arma utilizada. Benelli Rafaello 121
Cartuchos:
JK8 de 32 gr , 6 de uma espingardaria de Viana do Alentejo.
Super GT , 32 gr. 6 da Melior.
Tempo da caçada: de manhã. até às 10h30.

Até à próxima.

Um abraço amigo.

domingo, agosto 26, 2007

Às rolas em Serpa

 

26-08-2007...

...ou uma manhã muito bem passada com resultados razoáveis e um considerável numero de disparos.

Nada faria prever que os torcazes e as rolas entrassem nas portas já que,na véspera, as grandes trovoadas e chuva copiosa desanimaram qualquer um.

Afinal, os pássaros compareceram de manhã e os resultados de todo o Grupo acabaram por ser bem interessantes.

Para quando a autorização à caça das "turcas" que predominam nos campos do alentejo ? Porquê no País vizinho são objecto de caça e em Portugal estão proibidas ?

Abraço amigo.
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quinta-feira, agosto 16, 2007

Abertura às rolas 15-08-2007



Resumo em breve.
Abraço amigo.