segunda-feira, novembro 11, 2013
À caça em Beja
Inicio da Jornada com cobro de 1 lebre.
O açude onde por vezes espero os patos que vêm do Guadiana, ao final do dia.
Desta vez cobrei um par deles.
Ao fundo as luzes de Serpa.
No meu quarto, à noite. O resultado do dia.
Ao final da manhã com o Paulo L.
Mais 2 lebres cobradas nos restolhos e pastos e um par de perdizes "de verdade" e
algumas codornizes. O Paulo ficou para a tarde e no
final do dia ainda conseguiu cobrar mais um par de perdizes
com 6 codornizes no total.
Resultado pessoal:
5 codornizes
3 lebres
2 patos
Salvada
Beja
Novembro de 2013
segunda-feira, outubro 28, 2013
Caça de salto - a minha paixão
Outubro 2013
Salvada - Beja
A possibilidade de podermos partilhar o tempo inteiro com o nosso companheiro de caça, o perdigueiro, é uma prerrogativa rara hoje em dia. Se em condições normais o cachorro já nutre por nós um amor incondicional e uma paixão inquebrável, imagine se o tempo que passamos com ele é partilhado na totalidade, quer no ato da caça durante o dia, quer nos momentos de lazer, seja durante as refeições deitado aos nossos pés ou quando dormimos profundamente com o cachorro a fazer-nos companhia, deitado no chão do nosso quarto. O estreitamento da relação de amizade entre animal e dono aqui é notório e exponencial e, verdade seja dita, a Organização permite-nos ( não a todos claro) este pequeno luxo.
Na sexta-feira, dia 25 de Outubro, tinham caído grandes "pancadas" de água no Concelho de Serpa e Beja. A minha chegada ao Monte da Gravia Grande foi feita, já de noite, não debaixo de chuva, que já tinha acabado, mas com o horizonte negro sobrecarregado de trovões e raios que se afastavam ao longe mas que iluminavam os céus da noite com as suas poderosas descargas.
Já no conforto do meu "quarto de caçador" como o demonstra a 1º foto, adormeci a sonhar com as codornizes que iria procurar, no dia seguinte.
Às 06h30 estava levantado, tomei um duche quente e rápido, preparei as cartucheiras com chumbo 8 da B&Pellagri e uma dúzia deles de chumbo 6, também da mesma marca, 32 e 34 gramas, respetivamente.
Claro que de manhã tive de calçar as botas de borracha pois adivinhava os campos completamente alagados com as chuvadas da véspera. A escolha do local para caçar foi estratégica. Tinha de ir para os terrenos inclinados, de restolho amarelo torrado, com chapadas viradas aos primeiros raios de sol da manhã, pois seria precisamente aí que elas estariam.
Duas paragens da Inka e duas capturas. Entretanto vejo um lebrão a fugir rápido pelas minhas costas e lembrei-me logo que também as lebres procurariam nesse dia aqueles locais. O dia estava bonito e rapidamente comecei a dedicar-me mais à lebre.
Subi a uns pastos bem altos, que já iam secando, e não demorou muito à Inka desalojar de lá uma lebre.Um tiro bastou para estendê-la no restolho a uns 25/30 metros. Enfiei-o ( era um macho) no bolso do ladrão do colete e continuei. Reparei numa pequena barreira no restolho, que estava abrigada do vento algo frio que ainda se fazia sentir, mas bem banhado ( o declive) pelo sol magnífico da manhã. Percorrri-o todo, de alto a baixo, e, algumas centenas de metros mais à frente, a Inka pára, completamente imóvel. Chego-me devagar e começo a olhar para o chão. Querem ver que é uma codorniz?" - pensei. Espreitei, mas não, não era. Lá estava ela deitada, com as orelhas juntas mas encostadas ao dorso, completamente camuflada. Arranca outra lebre que procura a fuga pela parte mais elevada do terreno. Beretta bem apontada e com um só disparo "seguro-a" no restolho. A Inka cobra e traz-ma à mão, com orgulho. "Linda canita, dá cá ao dono" - deixei-a caminhar atrás de mim alguns metros com a lebre na boca.
Pelas 11 horas passei na carrinha para um pequeno "taco" e aproveitei fotografei a caçada do momento, 2 lebres e 2 codornizes.
Arrumei tudo e voltámos à caça.
Desta vez dirigi-me para a orla de um olival bem longe, lá no alto, já pertença de uma outra ZCT, mas bem rodeado de pastos altos e já secos, com o sol do meio da manhã a bater-lhe. Salta uma lebre para dentro do olival que falho com 2 tiros. Quinze ou vinte minutos depois, salta outra que nem me deixou atirar pois esgueirou-se logo para dentro do olival.
Começo a regressar ao carro. Estava perto do meio dia. Ao longe apercebo-me de uma lebre a sair do mesmo olival e dirigir-se tranquilamente, a trote, para um campo de restolho de girassol já rapado, apanhado e amontoado pelas máquinas. Como não a vi a desaparecer no horizonte, decidi passar por lá com a Inka. Os terrenos estavam frescos e, no rasto, a cadela daria bem conta do recado. Bem dito bem feito. Minutos depois a Inka começa a abanar o rabo, acelero o passo e por trás dum amontoado de paus de girassol arranca a lebre. Dois tiros bem dados mas continua, com a cadela a correr e a ladrar atrás dela. Fiquei desapontado. Estava ( quase ) certo que lhe tinha acertado, enfim.
Qual o meu espanto quando após 200 ou 250 metros de corrida a lebre dá um salto no ar e cai ferida de morte e a Inka agarra-a, ofegante. Fantástico, uma manhã, 4 lebres e 2 codornizes.
Chegado ao Monte, deixei a caça no balcão de frio, e fui ao Toi, restaurante da Salvada/Beja que faz uns achigãs escalados e grelhados, de comer e chorar por mais. No entanto, desta feita optei pela carne grelhada, com um corrente "Margaça", de Pias, tinto, para "carregar as baterias" pois da parte da tarde ia ainda bater uns outros terrenos que me estavam na mira, na estrada de Quintos.
Passei "pelas brasas" durante uma hora, no quarto do Monte e, depois, meti a espingarda e a cartucheira no carro, a Inka saltou para a bagageira e fomos fazer o final da tarde à procura das "africanas".
Os terrenos são todos de restolho alto, bem espesso, com vegetação velha de cardos, e com uma linha de água a atravessá-los, direito ao Monte da ( agora não me lembro do nome), mas com uma fiada de eucaliptos ao longo da ribeira.
A primeira paragem da cadela não demorou e pendurei a 1ª codorniz da tarde. Alguns minutos depois, de novo a cadela imóvel. Desta vez salta um par delas. Seguro uma com um tiro, marco-lhe a pancada e ajudo a cadela a encontrá-la. A outra...deixá-la ir!
Alguns minutos depois, de novo a cadela "marrada" nos cardos. Deu-me tempo para tudo. Aproximei-me de lado, em "passo fantasma" para a cachorra me sentir e controlar-me a aproximação. A codorniz estava "perra", demorava a saltar. Esperei, esperei, mas o que saltou foi... uma outra lebre. E eu com chumbo 8 (!) na arma. Segurei-a, no chão, a uns 20 metros ( mais ou menos).
Com o sol esplenderoso já a por-se no horizonte ( tinha combinado com o Sr B. irmos esperar os patos no açude ao cair da noite ) voltei para a carrinha e ainda deu tempo para capturar mais 2 aves.
Claro está que a felicidade jorrava de certeza pelos meus olhos, mas enfim...!
Os patos foi um fracasso. Entrou já de noite escura um bando disperso, para aí de uns 10 mas ( escaldadíssimos) assim que tocaram na água arrancaram logo para outras paragens com 2 tiros atrás, para o monte, mas sem resultados.
Patos: 0
Após o jantar, a noite foi dormida, de forma profunda e recompensada,com a Inka deitada no chão do quarto, também completamente esgotada. No dia seguinte a brincadeira era outra: perdizes, de salto, em linha.
Domingo, 27 de Outubro. Mudou esta noite para a hora de inverno mas o telemóvel faz o acerto automático: 06h30. Duche rápido, a Inka olha de soslaio para mim, como que a querer dizer: o quê, mais "conversa"? - e lá se levantou, "sem discutir", prontinha para mais uma manhã atrás das perdizes.
Os terrenos onde começámos eram à volta da povoação de Quintos, nas margens do Guadiana. Cerros de montado, pasto, giestas, linhas de água sinuosas a caminhar para o Guadiana, sempre por ali fora cerca de 4 ou 5 de Km de terrenos bastante difíceis.
A Inka ( e eu ) à medida que o tempo avançava, fisicamente íamos dando sinais de puro cansaço, mas, ainda assim, deu-me "a matar" 3 perdizes, das quais só aproveitei uma.
Na volta de regresso aos carros ainda derrubei mais um par delas e uma lebre que vinha fugida dos outros caçadores.
A caçada acabou finalmente, já bastante tarde, cerca das 14h30, e, como queria vir ver o meu Benfica a jogar contra o Nacional, despachei-me rapidamente, fiz as despedidas e voltei,célere, para Lisboa, onde ainda jantei com o meu filho mais velho.
Parei em Santa Margarida do Sado para descansar as pernas e beber um café e acabei por ver só a 2ª parte onde o Benfica ganhou 2-0.
Saldo da Jornada:
6 codornizes
5 lebres
3 perdizes
Para mais tarde recordar.
Um abraço amigo.
sábado, outubro 19, 2013
Vidigueira 2013
Vidigueira
19 Outubro
Orientados para uma caçada às perdizes e lebres totalmente selvagens, em ZC com 1.800 hectares,
calhou-nos "em sorte" ir caçar o olival da Herdade e alguns pastos ao seu redor.
Quer-me parecer que "a volta" deveria ter sido feita pelo sentido inverso ao que fizemos.
Isto é, desalojar primeiro as perdizes e lebres que estavam dentro do olival ( e não eram poucas ) e
conseguir "colocá-las" nos pastos mais altos e densos, em redor.
Em vez disso, passámos primeiro pelos pastos, onde só o G. capturou uma lebre, e depois, dentro do olival, elas andaram toda a manhã a brincar connosco.
A caçada estava preparada pelo Dono da Herdade, para a existência de batedores da zona e colocação de Portas.
Porém, a nossa linha - composta por 8 espingardas - estava era preparada para caçar de salto, pelo que rapidamente desfizemos a confusão com o Dono e abrimos uma linha de caça de salto.
Obviamente que, num olival daquela dimensão, as perdizes e lebres "brincaram" literalmente connosco, ouvi-las e vê-las levantar voo ao longe foi a regra... e o melhor que conseguimos.
Nem uma caiu. As lebres fugiam de um lado para o outro, dentro de tiro e fora de tiro, pois havíamos recebido ordens rigorosas de não atirar às lebres ou coelhos dentro do olival, devido às mangueiras da rega gota a gota.
Aproveitamos, assim, depois de passarmos o olival, algumas dezenas de hectares de bons pastos, e derrubámos 9 bons exemplares.
De salientar o trabalho da Inka ( onde vai esta cadela parar?) que, após as grandes chuvadas da noite anterior, as ia procurando junto às valas das ribeiras. Onde vai a cadela buscar este instinto?
Desalojou duas, dos juncos das ribeiras, que, mesmo saindo que nem setas, caíram, certeiras, com B& Pellagri, 34 gr, Ch 6, F2 Classic.
O prazer de ver a cadela cobrar as 2 lebres e trazê-las, para mim, penduradas nos maxilares, é algo de indescritível no que se refere ao prazer que sinto nestas alturas.
As botas, essas, transportavam 1 kilo de lama em cada pé, o que dificultava sobremaneira a caçada.
Como nota de grande realce, um porco ( negríssimo javardo ) que se levantou por trás de mim numa vala, onde estava deitado, e levou logo com 2 cartuchos de 6. Parou algumas dezenas de metros à frente , sintomático, de que lhe fiz "cócegas" com os tiros. Ainda recarreguei a Beretta, mas o animal atirou-se para dentro de um barranco pequeno.
"Ó Gonçalo, ó Gonçalo" - anda cá depressa para ver se derrubamos este porco. Mal gritei e enquanto corria, o porco galgou o barranco para terreno limpo e atravessou as terras todas pela nossa frente, escapando, a galope, algures para bem longe. Ah, que falta fazia ali uma bala ou uma boa carabina.
No final acabámos todos sentados num Restaurante da Vidigueira, à volta de um bom ( bom não, óptimo) ensopado de borrego, bem regado com o excelente vinho tinto e branco da região.
PS.: Já se conseguiu observar uma bela entrada de tordos, isto é, terão entrado de noite enquanto chovia (?), pois no olival estavam seguramente... às dezenas.
Um abraço amigo.
Sérgio Vieira
segunda-feira, outubro 14, 2013
As paisagens
As paisagens por onde se caça e as diferentes orografias
e coberto vegetal dos terrenos.
Que mais se pode querer?
Salvada - Beja
Lindo dia de Caça
Logo pelo nascer do sol, lebre levantada, um par
de tiros e já está. Estendida no restolhal.
A Inka em perfeito trabalho de cobro.
Ao meio dia a satisfação do dever cumprido.
Cupo limite de 10 codornizes e uma lebre.
Para mim, o melhor dia de caça da Inka.
Das 10 abatidas, 8 foram paradas pela cadela e
2 foram trabalhadas no rasto até as levantar a tiro.
De permeio, alguns falhanços do marteleiro do dono.
Ao cair do dia, fomos esparar os patos ao açude.
No lado direito da foto, não se vê, mas é a dita represa .
4 machos abatidos e uma fêmea.
Outros tantos conseguiram escapar.
No pátio do Monte, à entrada do meu quarto, uma derradeira
homenagem.
Herdade da Gravia Grande
Salvada- Beja
quarta-feira, outubro 09, 2013
Abertura Geral da caça 2013
Final da tarde de sexta-feira. Uma voltinha às codornizes
rendeu 2 coelhotes levantados e cobrados nos pastos.
A seguir aos coelhotes, há que seguir para um
açude onde os patos do Guadiana vão estagiar de noite.
Boa caçada no final. 7 patos cobrados e 5 falhados.
A noite amena e o trabalho dos cães no cobro são dignos de registo.
O Páteo interior do Monte da Gravia Grande.
Um dos meus locais de eleição para os momentos de lazer.
No dia da abertura, muito calor e fracos resultados.
Da minha parte caiu uma perdiz e 2 lebres.
No domingo ainda fomos dar uma volta às codornizes
e cobrei mais 4. Na foto já com a vestimenta do regresso.
Resultado pessoal:
1 perdiz
2 lebres
2 coelhos
4 codornizes
7 patos
Outubro de 2013
Beja - Salvada.
terça-feira, setembro 24, 2013
Um belo de um regresso
Setembro 2013
Regresso muito desejado à
Herdade dos Arrochais, na Amareleja.
Resultado pessoal: 5 coelhos
Resultados do Grupo: umas dezenas
Quando muito se fala que este é um ano muito fraco de coelhos ( e, em bom rigor, devo concordar ) haverá certamente sítios de excepção onde, sobretudo por força de um cuidado muito especial dedicado a esta espécie, e à orografia e condições do próprio terreno onde vivem, o coelho mantém níveis de criação muito bons.
Não posso deixar de mencionar que se tratou de um desbaste, em Setembro, logo, com coelhos indígenas.
A forma como os coelhos se refugiavam em alta velocidade, correndo desalmadamente e direitinhos às tocas dos inúmeros morouços existentes nesta herdade, afiança que estamos a lidar com coelhos bravos, os chamados... "do campo"!.
Este ano foi novo festival de ladras, correrias, tiros, gritos e divertimento ao mais alto nível.
A caçada foi por convite, mas não há-de tardar muito lá estarei de novo, se o amigo J. Alves assim o entender.
E mais não digo sobre a quantidade das outras espécies que por lá existem, um pouco mais avermelhadas que os coelhos, e que não podem ser caçadas.
Meus caros... um verdadeiro paraíso de caça.
Despeço-me, com um abraço amigo.
PS: Se um dia lá forem caçar não deixem de comprar, na própria Herdade, 1 ou 2 garrafas do belo vinho que ali se produz ( marca..dos arrochais...) quer do branco, quer do tinto. Não é barato, é certo, mas como se pode comprar tanta qualidade sem abrir um pouco os cordões à bolsa ?
domingo, setembro 15, 2013
Muito difíceis....
Salvada-Voacaça
Beja
15 Setembro 2013
Resultado pessoal: 5 codornizes, 2 paragens, 2 falhadas e uma não cobrada .
As codornizes aguentam pouco as paragens dos cães e correm a patas ( fruto da evolução dos tempos?)
Logo que chega o calor da manhã, metem-se nas valas profundas dos terrenos onde lhes damos caça, mas onde os cães pouco podem fazer com estas altas temperaturas.
Anseia-se mesmo por umas boas sessões de chuva nas próximas semanas... os barros de Beja estão secos, gretados, com longas fendas à vista desarmada.
A Inka hoje mostrou-se algo ansiosa. Caçou muito bem é certo , cruzado como mandam as regras, obediente, mas as corridas das codornizes dentro dos restolhos e pastos deixaram-na nervosa e quase fora de controle.
Registo 2 paragens somente. Uma com o corpo em ângulo recto.. De frente para mim.A codorniz, entre a cadela e o caçador, aguentou q.b, avencei 2 passos mas ela, com voo rápido, levou 2 tiros de chumbo 8 atrás mas escapou, ilesa, para longe , para uma vala, onde poisou.
A Inka, não sendo uma cadela mentirosa na paragem, parou de novo, outra.
Não me deixou dúvida nenhuma que estava marrada com uma codorniz ali naquele pasto alto ( embora o fundo das fotos seja em restolho rapado, de notar que não caçámos ali, mais ao lado havia outro tipo de terrenos).
Aproximei-me. A cadela subitamente desfaz a paragem e efectua um arranque em semi-círculo, como que para evitar a fuga da ave pelo outro lado, e marra-se de novo. Alguns momentos mais tarde, desfaz a paragem e entra no rasto, agitada. Acaba, minutos mais tarde a aspirar umas fendas enormes ali existentes no barro. Para mim, já sei para onde aquela codorniz tinha ido. Tirá-la de lá é que não se conseguiu.
O companheiro Paulo L., na foto, hoje foi mais perdulário. Poderia ter pendurado mais algumas aves, pois o Sado, misto de pointer e braco, tem excelente nariz , 4 anos de experiência e dá algumas paragens e aves a atirar. Para ele, hoje o dia foi da caça.
Abraço amigo
Sergio Vieira
sábado, setembro 14, 2013
Perdiz Vermelha - a minha caça de eleição
Deveria ter ido para o Baú de memórias.
Mas não foi assim há tanto, tanto tempo.
Vale a pena ver.
Um abraço amigo.
terça-feira, setembro 10, 2013
Difíceis...
A Inka em pleno trabalho...
Fraco resultado.
Estão difíceis ...
Paisagem tórrida.
Esperemos que o calor abrande nos próximos dias.
08-09-2013
Salvada - Beja
segunda-feira, setembro 02, 2013
Caça de Verão 2013
Caça e Alentejo - As garridas cores do verão
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No páteo do Monte da Gravia a meio da manhã.
Sorrisos e boa disposição.
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Os terrenos por onde se caça.
De suster a respiração...
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Os terrenos por onde se caça.
De suster a respiração...
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Sexta feira dia 30.
À chegada ao Monte, dentro da Herdade,por volta das 17h00.
As novas criações de perdizes, mesmo com 35º de temperatura começam a mexer.
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Herdade da Gravia Grande
Voacaça
Salvada - Beja.
Sábado dia 30 de Agosto
Score: 3 rolas e 5 torcazes
Domingo 1 de setembro: Abertura geral ás codornizes.
6 codornizes cobradas e um belo trabalho da INKA.
História em breve.
quarta-feira, julho 10, 2013
Quase perdia a INKA
7 de Julho 2013
Herdade de Vale de Lobos
Álcacer do Sal
Campo de treino com solta de perdizes.
40 anos de experiência na caça com cães de parar e cometi um erro crasso, indesculpável.
Debaixo da vontade de dar treino à cadela, com solta de algumas perdizes, ainda pouco emplumadas, encontrei-me com o Guarda da organização em Álcacer, às 06h30, em frente aos Bombeiros da Cidade. A esta hora o termómetro do carro já marcava 29,5 graus. De notar que foi o dia mais quente do ano, no Distrito mais quente em Portugal ( Setúbal : 42,5 graus )
Dali até à Herdade são ainda uns bons 10 Km. O campo de treino é composto por pastos muito altos, pouco "trespassáveis" que obrigaram a cadela, na busca, a andar quase sempre em passo de corrida, e aos saltos, a vencer barreiras, para caçar. Logo aí começou o tremendo desgaste. Logo aí, com as temperaturas que já se faziam sentir e com alguns meses de inactividade nas pernas, deveria ter previsto o que se poderia passar.
A cadela, de grande nobreza no cumprimento da sua paixão, tudo fazia como se nada pudesse acontecer.
Ao fim de hora e meia, a Inca depois de marrar uma perdiz amagada no mato, deixou-me aproximar, colocar-me de lado para que me pudesse ver bem e, em poucos segundos, a perdiz arrancava e caía, a tiro, a 50/60 metros, no pasto profundo. A Inka arrancou para o cobro e poucos minutos depois trouxe-me à mão a perdiz e, deitando-se, de lado, no chão, exausta, abriu a boca e deixou cair a perdiz da boca.
Aí sim, apanhei um verdadeiro susto " é lá, que se passa cadelita ?" - levantei-a, dei-lhe água imediatamente e por ali acabámos o "treino".
Já a chegar a casa, por volta do meio dia, dentro da carrinha, oiço a Inka a vomitar. Fui observar e era um líquido branco. "Provavelmente estará mal disposta" - pensei.
Em casa, quando tocava na água, para beber, deitava-a logo fora com um vómito.
Incomodado, embora sendo domingo, liguei para o veterinário e indiquei-lhe, sem hesitações, os sintomas.
"Leve a cadela já para o meu consultório e encontramo-nos lá. Se não a levar, ela em 1 hora pode morrer-lhe"
Um quarto de hora depois, a Inka estava deitada em cima de uma "marquesa" , com uma toalha de almofadas de gelo por cima, Cada centímetro do animal foi arrefecido desta maneira, com gelo. A Inca quando entrou estava com 170 pulsações por minuto e com 41 graus de temperatura.
Depois de arrefecer, levou 2 injecções, uma para prevenir lesões cerebrais e outra para tentar evitar lesões intestinais.
Depois de levar um correctivo do Vet, levei-a para casa, com a missão de a fazer regressar no dia seguinte, à 1ª hora da manhã, novamente ao consultório. Deveria verificar logo de manhã se as fezes seriam de diarreia com sangue. Felizmente que, o que tinha feito, eram fezes firmes e sem indícios de sangue. Já no consultório o médico, depois de lhe fazer os exames normais, disse-me que eu poderia considerar-me um homem cheio de sorte, pois os golpes de calor geralmente são fatais aos cães e, quando não o são, podem deixar sequelas incontornáveis.
A Inka demorou 2/3 dias para recuperar. Agora parece-me bem e já totalmente recuperada. No entanto, lembro-me constantemente das palavras do médico:"Sou um homem de sorte"
Mas também me lembro do enorme erro que é caçar com um cão debaixo de altas temperaturas e condições extremamente adversas para o animal.
Escrevo para que todos aprendam com esta má experiência. A paixão dos nossos cães ( e a nossa ) somos nós que a temos de refrear, sob pena dos resultados imediatos serem os piores.
Um abraço de amizade.
Pesca e Campo em Mini-Férias
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3 a 5 de Julho 2013
Dias de calor tórrido no Alentejo.
Turismo de Habitação com pesca integrada no Programa de Estadia
Herdade da Amendoeira
Santana do Campo - Arraiolos
3 belos dias muito bem passados com o meu filho mais novo.
Boas instalações, ar condicionado nos quartos, um óptimo pequeno almoço com os produtos feitos na Herdade ( requeijão fresco, queijo, pão, doces e compotas, bolos caseiros, sumos naturais de laranja e papaia ...etc... )
De manhã, dar uma pequena volta com a minha Inca ( à trela) e observar as dezenas ( centenas?) de coelhos que por ali saltitam alegremente entre o mato, as pedras e os pomares. Só se vê rabinhos brancos a fugir de um lado para o outro e a Inca, tresloucada, com todo aquele movimento.
A seguir ao pequeno almoço optar por fresca piscina ( o calor muito cedo se faz sentir ) ou arriscar um pouco mais e ir de Jeep visitar um do açudes da Herdade onde nos podemos divertir e fazer boas capturas de achigã. Na foto acima, o Miguel com um bom exemplar que acabou, grelhado, à minha mesa, já em casa, com molho de manteiga e poejos, acompanhado de um bom branco gelado.
Por Arraiolos, à noite, come-se bem. A publicidade está indicada no prato e as migas de coentros estavam deliciosas, no ponto, a acompanharem uns "lagartos" de porco preto deliciosos.
O Miguel optou por uns lombinhos de porco grelhados, com ananás natural, também grelhado.
Da doçaria,... nem me pronuncio.
Pelas estradas mais interiores, nas horas mais frescas da tarde, já se vêem as mães perdizes acompanhadas dos seus filhotes, prenuncio de boa época de caça para este ano.
Um abraço amigo ( já só falta pouco mais de um mês ).
segunda-feira, fevereiro 18, 2013
Final da Época 2012/2013
Extraordinária época de caça.
Desde os torcazes de verão, passando pelos coelhos de Setembro, atrás das lebres e perdizes do Outono e perseguindo sem tréguas os tordos de inverno, esta foi, talvez, uma das melhores épocas de sempre.
Mas a melhor companhia de todas, a mais fiel , a mais humilde, aquela que me acompanhou por todo o lado ( aqueles passeios à noite em Moura e em Mértola ) durante centenas e centenas de Km, e que muitas noites dormiu dentro da minha carrinha pcientemente à espera que chegasse a manhã para ir para a caça, foi a que está nesta foto e a quem desde já presto a minha homenagem.
Sem pieguices, foi ela que fez equipa comigo, que partilhou comigo, que fez sacrifícios, que foi castigada e logo a seguir lambeu-me a mão. Não há amizade igual à de um cão, neste caso cadelita.
Está com 9 meses.
Que Deus me dê saúde e sorte para poder continuar a desfrutá-la na próxima época, ainda com mais intensidade, com mais partilha, com mais equipa.
É esta a minha INKA !
Abraço amigo.
terça-feira, fevereiro 12, 2013
Tordos de Carnaval
Moura
Monte Branco
Excelente caçada de tordos .
Este género de caça vai somando cada vez mais pontos nas minhas preferências.
Tinha prometido à minha mulher regressar a casa às 11h00 para fazer umas compras.
Assim o fiz ( depois de ter dado cerca de 110 tiros )
Como é apanágio nesta Zona de Caça solto sempre a Inca para fazer uns Kms de trote à frente do carro. A cadelita adora fazê-lo porque, no seu instinto, vai sempre caçando.Como aquilo não tem propriamente o transito da A5 e está vedada de ambos os lados o local é o ideal para este exercício pois são cerca de 5/6 Km sem parar.
A partir de determinada altura acabam as vedações e aí ela entra direto nas planícies verdejantes. É mais ou menos o tempo de a recolher e regressar a casa.
Um abraço amigo
segunda-feira, fevereiro 04, 2013
Tordos em Santa Iria
02/02/2013
Herdade dos Peixotos
Santa Iria
As aparências iludem e na foto, retirando mais 3 ou 4 caçadas, em geral foi fraco de tordos.
Um vento gélido e forte a meio da manhã comprometeu os resultados da maioria das portas, já que os tordos alinharam todos pelo mesmo diapasão e, contra o vento, parece que eram puxados por um fio para passarem todos por cima das portas 3,4 e 5.
Tordos já muito atirados a obrigarem a preparar muito bem os abrigos e ter a pontaria bem afinada, pois, caso contrário, os resultados serão parcos. Se assim não fôr estará comprometida a caçada.
Mas Santa Iria é a terra das surpresas e quando num dia não há tordos, no outro dia pode estar "entupido" deles, utilizando uma expressão do meu amigo Zé S.
A 1º foto foi tirada com iphone e a 2ª já com a compacta sony.
Um abraço amigo
domingo, janeiro 27, 2013
Por nada deste mundo...
27 de Janeiro de 2013
ZCT Herdade das Serras
Alqueva - Portel
A convite do meu amigo PM, Gestor desta Zona de Caça, fui fazer o último dia de caça à perdiz nesta Herdade.
Um treino a sério, para manter a Inka em forma, proporcionou-me uma extraordinária jornada de caça com esta minha nova companheira que não dou, não troco nem vendo por nada deste mundo, tal a afeição e admiração que consigo ter por este animal.
Cacei hoje sozinho, peço desculpa, cacei com ela às perdizes em dia que se previa de chuva intensa mas que, em toda a manhã, nem uma pinga me caiu em cima, embora, no bornal, à cautela, levasse o impermeável. Não precisei e bem me arrrependi de o levar pois ao fim de algumas horas já vai incomodando. O PM foi no Jeep, com a mulher, à procura de cogumelos ( Ilarca?) .
À tarde , no regresso a casa, a chuva mais parecia um dilúvio a fustigar as estradas e campos do Alentejo. Santo Huberto, o Padroeiro dos caçadores, decididamente tem estado comigo.
O dia de hoje presenteou-me com uma lição importantíssima. A diferença gigantesca que é caçar com e sem cão.
Não me consigo imaginar, vou repetir, não me consigo imaginar, a caçar sem cão, sozinho, num dia destes, naqueles cabeços de montado, com semeaduras de inverno e arrifes de mato para conferir protecção à caça. Rapidamente, abriria a espingarda, retirava os cartuchos e voltava para o Monte.
Agora ir a elas com a Inka é claramente "outra dança".
Sempre que lhe apanha o rasto, a cadela baixa-se toda em "modo felino". A curta cauda transforma-se, de repente, como se fosse um limpa pára-brisas a funcionar com temporal forte, e o ruído do nariz a aspirar os odores do chão, deixam-me imediatamente de arma bem cerrada nas mãos e em total estado de alerta. Mais cedo ou mais tarde eu sei que a INKA as vai levantar, pois esta cadela, para além de ter um nariz extraordinário tem uma paixão em seguir as pistas da caça que me deixam quase sempre de boca aberta e com a certeza de que, pelo menos, as vou ver.
Começou assim e subiu um cabeço onde me faltou as pernas para a acompanhar. Só lhes ouvi o bater das asas do outro lado.Chamei-a e apliquei-lhe um corretivo com C grande.
Mais à frente , numa semeada verde, olho para o lado esquerdo à sua procura e vejo-a parada, num ponto mais elevado do que onde eu estava, a olhar para mim. Demorei a entender que a cadela estava a descer a ladeira e marrou-se com caça. Volto-me para ela, rápido e começo a subir muito devagarinho direitinho a ela .A Inka dá dois passos mais abaixo e pára de novo. Entretanto vai olhando para mim. Faço um esforço para ver o que está no verde cereal, no solo molhado, entre os dois.
Mais um passo e endireito a espingarda mais a jeito. Volto a olhar para o chão e - finalmente - lá consigo ver a perdiz completamente amagada numa leira. Aí descomprimi. Já a tinha visto. Agora era só trabalhá-la com a cadela e conseguir um ou dois tiros bem sucedidos. Com um espaço de 10 metros entre nós, a perdiz salta em voo acelerado, para o lado direito, a tentar resguardar-se com os sobreiros.
Deixei-a endireitar, apontei com calma e bastou um só tiro a uns 30 metros. Quando caiu, já a INKA estava praticamente em cima dela.
Das 7 perdizes que cacei, todas elas foram cobradas pela INKA. 2 delas de asa. Uma caiu dentro de uma ribeira saiu do outro lado toda molhada e desatou a subir o montado. Podia tê-la rematado com um tiro. Não me preocupei e deixei a INKA trabalhar. Ainda esteve ali meia perdida mas controlei-me e deixei-a trabalhar sozinha. 3 ou 4 minutos depois estava a cobrar a perdiz a meio da encosta. Ajeita-as na boca e depois traz-me as aves à mão, intactas.
A outra que caíu de asa, se não fosse ela ia mesmo embora. Caiu ferida a uns bons 40/50 metros e desatou a correr a patas. Não fora a rapidez da INKA em ir ao tombo e abocanhá-la depois de algumas rabias e o resultado da caçada tinha ficado em 6 aves.
O dia, desagradável, frio e cinzento, transportava uma brisa forte, de sul, que fazia adivinhar chuva mais cedo ou mais tarde.
Caçando à minha frente, de chanfro sempre no ar ( tenho visto inúmeros pointers com muito piores performances neste aspecto) vejo a cadela a marrar, com o nariz dirigido para o topo do cabeço. O vento vinha de lá, do outro lado e imediatamente soube que era caça. A paragem dela não me engana. Estaca e, nesse momento, o mundo é todo dela, completamente autista mas com um instinto predador altamente focado . Vou subindo o cabeço com alguma dificuldade e ela acompanha-me, lenta,em passadas curtas e sempre a parar, em guia prolongada. Espectacular. Quando consigo olhar um pouco para a linha superior do cabeço vejo 2 cabecinhas do outro lado a correrem desalmadas. Levantam em voo rápido e desferi 2 tiros só por descargo de consciencia pois sabia que não as atingia tal a distancia. Mas a INKA merecia saber que as levantou e que levaram gatilho do dono.
Das 7 abatidas , 3 foram paradas pela cadelita ( pois é, ainda só tem 8 meses ) e todas elas cobradas e trazidas à minha mão.
Pelas 13 horas encontrámo-nos no Monte, arrumámos a tralha e fomos almoçar ao Luís da Amieira, umas migas de espargos selvagens, acompanhadas de umas plumas grelhadas.
O regresso a Lisboa foi quase todo feito debaixo de forte chuvada.
Agradeço ao PM a oportunidade que me deu e um muito especial agradecimento ao António ( ele sabe quem é) responsável por esta cadelinha ter vindo parar às minhas mãos.
Um dia, lá para o 2º ou 3º cio, vou-lhe tirar uma barriga. A dificuldade vai ser... encontrar um "parceiro à altura".
Abraço amigo
Nova jornada de tordos em Serpa
Tordos em Serpa
26 de Janeiro 2013
A boa disposição imperou na véspera ao jantar.
As expectativas de caçar em Santa Iria são sempre elevadas.
No entanto os tordos falharam neste sábado.
A melhor das 16 portas foi a 7 ( precisamente a minha ) com cobro de 32 pássaros.
Descobri um cartucho fenomenal.
Abraço amigo
segunda-feira, janeiro 21, 2013
Depois da Tempestade... a Tordada !!...
20/01/2013
Tordos na Serra da Adiça
Clube de Caça Serra da Adiça
Por ali , por aquele cantinho da Serra , muito tordo entra para ir aos olivais comer azeitona.
Esta é, sem dúvida, uma das minhas zonas predilectas para caçar ao tordo.
Portas colocadas criteriosamente em locais onde se vê o tordo a "entrar" , onde nos baixamos nos aguardos, joelhos ligeiramente dobrados, agachados, de arma aperrada nas mãos, ansiosamente à espera que eles entrem, e onde nos levantamos quando estão praticamente por cima de nós.
Para a esquerda, para a direita, por cima ( tiro del rey ), de frente - a tapar o pássaro, é assim que se deve caçar o tordo, que nesta altura já anda desconfiadíssimo.
No sábado 19, por questões profissionais, fiquei em casa e fiquei bem, a acabar um trabalho que tinha em mãos. Quem foi, teve muito azar com o temporal que fustigou todo o País, de Norte a Sul.
No domingo veio a bonança e aqui, neste cantinho da Serra da Adiça , os tordos entraram com fartura.
Gente simpática, respeitosa, com média de idades já na ordem dos 50 anos, não se deixam ficar atrás dos mais novos e "gatilham" bons molhos de tordos , conseguidos quase todas as semanas.
16 portas para 4 frentes de Couto de 1.200 Ha é um luxo nos dias de hoje.
Ao almoço, uma saudável caldeirada de bacalhau com todos, comida na sede do Clube de Caça, foi a cereja em cima do bolo.
Até domingo.
Abraço
sábado, janeiro 12, 2013
Assim já estamos melhor... !!
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| TORDOS NO SEU MELHOR |
12/01 /2013
Boa Caçada aos Tordos em Serpa - Santa Iria
Um dia regular, com bons aproveitamentos nalgumas portas, atingindo os limites da Lei.
Notou-se uma diminuição geral do nº de tordos pelo que outras portas , menos afortunadas, não obtiveram resultados tão fartos.
Os tordos começam a estar já em verdadeiro "estado de alerta". São necessários, boa cobertura, escolha acertada de local estratégico no perímetro da porta que nos calha e alta concentração em meia dúzia de horas de caça.
Nesta herdade, especialmente vocacionada para a espécie, os tordos aparecem de todas as frentes pelo que há que manter a calma e não deixar subir demasiado a adrenalina sob pena de começar a falhar "a torto e a direito".
Um abraço amigo
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