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Recolher as lembranças dos primeiros lances |
A Inka a demonstrar clara fadiga logo no 1º dia. |
Excluindo o branco da barriga que está sempre virada para baixo, a capacidade mimética destas espécies é fabulosa. |
A vastidão do Baixo Alentejo. Impossível escrutinar tudo. |
Setembro de 2015
Duas espingardas.
Dois dias e meio de caça.
Perto de 50 aves cobradas.
5 lebres capturadas. Muitas a serem deixadas fugir propositadamente, mas não conseguindo evitar as maratonas dos cães que as levantam e correm no seu impossível encalço.
A generosidade das planícies alentejanas de Beja.
Ao pôr do sol, o cantar desenfreado dos bandos de perdizes.
As noites quentes, os vinhos brancos gelados da Vidigueira às refeições , o céu à noite , infinito, inundado e enfeitiçado com milhões de estrelas.
O sono profundo e ininterrupto, com os cães a dormirem no chão aos nossos pés.
De espingardas abertas, os tacos a meio da manhã com umas cervejas geladinhas. É preciso dar também algum descanso às pernas.
O estrondoso trabalho dos cães em meios completamente adversos, a desalojar as aves das valas.
Jornadas eternas.
Abraço amigo.