terça-feira, janeiro 02, 2018

Último dia de caça geral


















30-12-2017
Quintos - Beja

Foto na antiga estação de comboios de Quintos. Linha férrea (não visível na foto) agora abandonada.

Das 08h00 às 17h00, belíssimo dia de caça à perdiz , coelho e lebre !

Último dia de caça da época e encerramento com chave de ouro.

Abraço amigo



Dia de coelhos



















29-12-2017
Quintos - Beja

4 coelhos e 2 perdizes.

Extraordinário e insuperável trabalho da Inka na caça ao coelho. O dia, muito fresco, também ajudou à festa e entre alguns tiros falhados e outros bem certeiros, a cadela lá me foi descobrindo, parando e levantando os "orelhudos" em terreno de pinhal com muito lenha seca cortada e muitas tocas para onde diversos se escapuliram.

Penso que jamais esquecerei este dia, sobretudo pela qualidade dos lances, nesta divertida caça ao coelho com cão de parar.

Para mim, foi Inka no seu expoente máximo.

Abraço amigo.





Final de Época



















Salvada
28-12-2017

Com enfoque muito especial em terrenos menos explorados, a jornada correu-me muito bem, direi mesmo,  irrepreensível.

Inka em grande destaque nas planuras, com toda a sua experiência ( na foto acima deu inclusive tempo para captar  paragem a lebre, guardar o telemóvel e finalizar o lance, com êxito ) .

Sem esta cadela exemplar, a completar brevemente 7 anos de idade e sempre ao meu lado, reconheço que nem de perto nem de longe conseguiria sequer um terço das perchas.

Insuperável no esforço que dedica na caça, a trabalhar só para mim, para o seu dono, atrevo-me a pensar que seriamos, talvez, uma dupla quase perfeita na caça de salto, não fora sempre alguns tiros falhados pelo seu dono.

Saldo no final : 2 perdizes, 2 lebres e 1 coelho.

Abraço amigo




terça-feira, dezembro 19, 2017

Perdizes na Serra do Mendro - Portel

















17-12-2017
Marmelar - Portel
Serra do Mendro


Planeada praticamente desde o inicio da época, este dia de caça na Serra do Mendro caracterizou-se essencialmente... pela vitória das perdizes!

Atacado o topo da serra logo nas primeiras horas da manhã, foi extremamente difícil de lá desalojar as vermelhudas pelo que não tivemos outra solução senão, cansados, mais tarde, descer  para o sopé da dita serra e continuar a caçada em terrenos mais acessíveis.

O belíssimo taco a meio da manhã, para retemperar forças, permitiu-nos continuar a caçar em linha até perto das 15 horas.

No final, 9 espingardas e 26 perdizes e uma lebre abatidas.

Abraço amigo.

Dia de Coelhos


















15-12-2017
Quintos - Beja

Caça em solitário.

Depois de 1 ou 2 dias de chuvas mais intensas, a jornada de caça foi frutuosa.

Cupo final de 6 coelhos e 2 perdizes .

A Inka,  como habitualmente, a não surpreender , a parar e desalojar 4 dos 6 coelhos cobrados.

A percha poderia até ter sido mais alargada, não fora 3 ou 4 disparos falhados.

Abraço amigo





domingo, dezembro 10, 2017

Haja alegria.



















08-12-017


Dia bem passado.

Haja alegria e boa disposição.

Agora que acabou a época das codornizes há que fazer alguns "golpes de  mão" em cantos ainda pouco explorados.

Desta feita,  caçada feita em zona de pinhal, com matos, pinheiros cortados e tombados e pastos altos.

Os cães de parar, bracos, estiveram em grande plano no contributo da descoberta e cobro das peças , com especial relevo para o "café".

Abraço amigo.




quarta-feira, dezembro 06, 2017

Codornizes - Fim de época















02-12-2017


Jornada de caça em Beja que rendeu ainda algumas peças.

Finalizámos no dia 30 a época das codornizes e sobrou divertimento: muita emoção, muitos tiros, paragens por simpatia com 3 bracos em simultâneo e, na soma das partes envolvidas, cupos atingidos.

As lebres e os coelhos deram um jeito e um trio de perdizes enriqueceu a percha.

No dia 02 abrimos aos tordos na Adiça mas as portas que nos calharam em sorte não foram as melhores embora tenha conhecimento de diversas espingardas a atingirem o limite estabelecido por lei. A ver vamos, em próximas visitas.

Abraço amigo.



quinta-feira, novembro 23, 2017

Continua o tempo seco.















19-11-2017
Vidigueira e Salvada

Impressionantes as temperaturas que se têm feito sentir este ano, particularmente já neste mês de Novembro, que mais parece verão.

Foi uma jornada mista, de perdiz de salto e codornizes.

Estas últimas ainda vão aparecendo e permitem belíssimos lances com os cães.

Coloquei 3 fotos propositadamente para evidenciar:

a) na foto com os bracos é possível observar-se o fumo de queima dos restolhos, prática esta habitual nalgumas zonas do alentejo, mas nunca nesta altura do ano, em 19 de Novembro. Aquelas terras estão tão secas, que o que é usual fazer-se durante Setembro, continua a fazer-se em meados de Novembro. Não me lembro sequer na minha vida de tal ter acontecido.

b) fotos do taco a meio da caça às perdizes. Habitual fazer-se um taco a meio da jornada para retemperar forças e seguir caminho até ao final da caçada. Nos recipientes de cortiça podem ver-se pedras de gelo para refrigerar as bebidas. Ensopados de suor com o calor que temos enfrentado, são bebidas frescas, abençoadas. Em novembro, habitualmente, mais a condizer, costumo beber no taco uma taça de vinho tinto que aquece bem mais a alma.. Aqui bebeu-se do branco e gelado, percebem? - é no verão que se bebe desta maneira e não em Novembro às portas do inverno.

Enquanto escrevo, lá fora,  chove abençoada e copiosamente, mas aparentemente não resolverá, para já de imediato, a seca que Portugal atravessa.

Para mais tarde recordar.

Um abraço amigo.



domingo, novembro 12, 2017

Boa jornada de caça

Os meus terrenos de caça
Os meus terrenos de caça





























Quintos
Beja


Embora não tenha andado propriamente em zonas de perdizes, a jornada de caça deste dia correu-me bem, muito bem.

Quando me sinto realizado com um dia  de caça, o volume da percha não é, definitivamente, mesmo o mais relevante.

Desfrutar os mínimos detalhes de um dia nos campos alentejanos, com os meus 2 auxiliares bracos alemães.

Descobrir a caça , apreciar mas também avaliar com rigor o trabalho dos cães,  no encalço, na descoberta e paragem das peças, sentir a adrenalina a invadir-nos o corpo perante o levante da ave, do coelho a serpentear ou da lebre em fuga , quer seja com ou sem paragem, o tiro certeiro,  o cobro irrepreensível,  são mais do que motivos  suficientes para nos sentirmos  satisfeitos e felizes.

Para isso é sempre necessário uma dose elevada da nossa capacidade em acreditar, e a desistência ou o desânimo não podem, de forma alguma, fazer sequer parte integrante do nosso vocabulário cinegético.

Há uma hora ou mais que não descobres uma peça de caça a tiro? O porfiar vai sempre dar-te a oportunidade de a caça aparecer. Podes não ter sucesso e cobrá-la, mas a dinâmica do dia mede-se sempre pelo número de tiros dados e não pelo número de peças cobradas.

Encontra-te com os teus cães nos lances de sacrifício que eles generosamente te oferecem, afaga-os, tenta fazer com que eles pensem que tu és o seu líder e herói.

No fim da jornada, já com o sol a cair no horizonte o sentimento de prazer e, porque não, alguma nostalgia por "aquilo" já estar a acabar, deves também partilhar esse momento com o teu companheiro de 4 patas.

Não te limites a atirá-lo para dentro do reboque e ires embora. É falta de respeito.

Senta-te, chama-o e faz com que se deite junto de ti,põe-lhe o braço por cima e vê a noite inundar os campos à tua volta.

Depois sim, respeitosamente  mete-o dentro da viatura, regressa a casa, trata primeiro logo dele, alimenta-o bem, arruma a tua bagagem, toma um bom banho quente, janta e adormece então a pensar nos melhores lances do dia.

Desta vez correu bem.




terça-feira, novembro 07, 2017

Não fora....






Salvada
Beja

Não fora as copiosas chuvadas ( 11 litros/m2 em Beja) que caíram nos 2 dias anteriores e, seguramente, teríamos mais do que este ano temos vindo a ter.

Mas não. Embora ainda timidamente, S. Pedro olhou para terras de Portugal e despejou-nos alguns baldes das suas ricas reservas.

As terras chegaram a encharcar, tornaram-se mais húmidas, alguns veios de água voltaram a correr de forma cristalina nos barrancos e a caça, milagrosamente, parece que nasce do chão.

Aparentemente, segundo os entendidos, será "chuva de pouca dura" mas foi um enorme prazer assistir ao magnífico espectáculo da chuva a cair nos belos campos de Beja.

A nossa percha foi, assim,  enriquecida de forma diversa com perdizes, patos, lebres,coelhos e codornizes.

Abraço amigo