segunda-feira, setembro 05, 2016

Codornizes - Segundo dia de Caça

















Setembro, 3 - 2016


Muito poucas aves.

Continuação do calor em demasia.

Caçar com temperaturas destas, que chegam aos 40 graus,  é o que dá.

Os restolhos cortam de forma impiedosa, os pastos altos, cheios de pó, castigam ferozmente os olhos e as narinas dos cães e as elevadíssimas temperaturas do solo fervem nas patas dos nossos companheiros.

Queríamos ficar para o dia seguinte. Tínhamos visto ao final da manhã uma ceara acabada de colher e com informações seguras - finalmente- de estar repleta destas aves.

Ao almoço, na Salvada, e entre meia dúzia de cervejas bem geladas, reparei que a Inka estava deitada, fisicamente diminuída, com as patas feridas.

Depois de bem observada, seria desumano ficar para a tarde, quanto mais para o dia seguinte.

O calor e o cansaço, convidavam-me, também, a suspender a jornada.

O PL, de forma altruísta e em gesto de grande solidariedade concordou no regresso a casa.

Saldo final entre 2 espingardas: 4 codornizes, 2 lebres e  2 coelhos.

Se o tempo refrescar e chover estou convicto que teremos belas caçadas à codorniz.

Abraço amigo







01 de Setembro - Abertura às codornizes, coelhos e lebres

















Setembro, 01 - 2016


Abertura às codornizes.

De Agosto se diz ter sido o mês de temperaturas médias mais altas desde 1931 ( há mais de 85 anos)

Assim, calor excessivo, tórrido, grande sacrifício por parte dos cães.

Poucas aves.

Só a amizade e a paixão por este desporto nos leva a caçar nestas condições.

Saldo final, entre 2 espingardas: 12 aves e 1 coelho, 2 horas e meia de caça.

Abraço amigo.




sexta-feira, agosto 26, 2016

2016 - Em ano de seca / Abertura da caça à codorniz







26/08/2016


Dizem os entendidos que o verão deste ano, particularmente o mês de Julho ( e Agosto foi pelo mesmo caminho ) foi o mais quente de sempre, atingindo valores recorde históricos ( dados da NASA).

À medida que os dias vão passando e vamos observando os nossos campos surgem as primeiras observações sobre as criações deste ano nas codornizes.

Há quem se pronuncie a favor, isto é, diagnosticando que a criação foi boa, e há quem entenda o contrário, profetizando a desgraça nos nossos campos tal como constatei num video publicado na net, onde um "nuestro hermano", calcorreando famoso restolhos em Espanha ia comentando ser este o pior ano de sempre.

Por mim, confesso, encontro-me muito na expectativa, mas com algumas reservas referentes aos contingentes desta espécie.

Na próxima quinta-feira, dia 01 Setembro, com estas temperaturas elevadas vamos ter seguramente somente duas ou três horas de caça, não muito mais.

Acredito mesmo, que,  neste primeiro dia, não iremos ter uma noção correcta do que a temporada à codorniz nos poderá trazer, de bom ou de mau.

Na foto, o local onde este ano nos iremos aventurar na abertura, mas não na mesma Herdade no Concelho de Beja, onde costumamos abrir.

Votos de boas caçadas a todos os confrades e um abraço amigo.







quinta-feira, junho 16, 2016

Um dia de treino.















11-06-2016

Agora que o defeso vai caminhando rapidamente  para o seu final, há que dar algum treino de caça, em locais adequados, aos nossos inseparáveis companheiros de 4 patas.

Foi o que fizemos neste quente mas belíssimo dia de Junho.

Aproveitámos para fazer não só a estreia e rodagem da nova "fragoneta da caça" - assim a chama o amigo PL  mas "rodámos" também os cães, que nesta altura ainda vão gordos e claramente em baixo de forma ( os donos também?)

Aproveitamos, ainda, para rever alguns amigos da Salvada, almoçar por lá no mercado da aldeia  e dar uma volta pela herdade e observar o que há de culturas este ano.

Adivinhamos, assim, razoáveis expectativas nas criações de perdiz e codorniz, as terras estão generosamente semeadas com muito trigo e girassol e as habituais valas que servem de refugio às africanas por lá continuam.

Ansiosamente esperando.

Abraço amigo




quarta-feira, janeiro 13, 2016

Perdizes - época encerrada !


















09/01/2016

Não podia ter sido melhor!
Grande fecho, grande época.

Para encerrar a época da caça à perdiz escolhi a Herdade de Santa Maria, em São João dos Caldeireiros, definitivamente uma das minhas favoritas para esta espécie.

Primeiro que tudo, os meus parabéns a quem a dirige pois além de bem receber, nota-se uma preocupação constante nestas jornadas para que tudo corra pelo melhor aos caçadores.

Ainda com uma excelente densidade de perdizes nas suas terras, os donos realizaram esta última caçada, agora mais alargada, com 24 espingardas, 13 em portas e  11 em caça de salto.

Aqui, a organização das caçadas está cada vez mais rápida e perfeita pois não existem grandes paragens ou compassos de espera a partir do momento em que a linha chega às portas e as mesmas são imediatamente mudadas, com eficácia, para outros locais bem estudados.

Para quem caça de salto, o que é o meu caso, a minha humilde e habitual dificuldade em lidar com estas perdizes de fim de época, bravas e furtivas.

Quando a linha inicia a sua marcha é quase em simultâneo que se começam logo a ouvir os tiros nas portas, sintomático de que as aves esgueiram-se  imediatamente ainda antes da linha se formar e, na sua grande maioria, em grandes voos planados, só podem mesmo é ir cair nas portas.

No entanto, até lá, surgem quase sempre boas oportunidades de tiro.

Pessoalmente, estive a atirar male só consegui um cupo de 3 aves, todas de passagem, já ao final da caçada, pelas 16 horas.

Recordo, com entusiasmo, um bando levantado dentro de um projecto de pinheiros que me passou em fases, tocadas pelo fortíssimo vento de sudoeste que começava a puxar a chuva para Mértola..

Passaram por cima de mim, rodando com o vento a grande velocidade, e por 3 vezes fiz a Benelli funcionar.

Belíssimas, a tiro, mas nem uma tombou! O A. que caçava ao meu lado, mordaz mas sem qualquer maldade, perguntava-me, divertido, se estava a caçar com chumbo zero.

Valeu-me a primeira perdiz abatida, altíssima, em voo acelerado, da esquerda para a direita. Um F2 Classic da B&P fulminou-a lá no alto e mereceu,inclusive, as felicitações de diversos companheiros da linha.

Aqui e ali, os coelhotes, já fora da época, esgueiram-se pelo meio do mato, o que é sempre bom de observar e um bom prenúncio para as futuras criações.

Uma lebre, linda, salta-me aos pés quando atravessava uma semeada verde, de trigo. Vai criar - pensei!

Para além da satisfação de tudo ter corrido pelo melhor, e de a chuva só ter aparecido, com grande intensidade, somente  no final da jornada, a tarde finalizou com um almoço no Monte com todos os caçadores. A saída da herdade já se realizou pelo anoitecer, cerca das 17h30.

Um bem composto quadro de caça na frente do Monte, reconfortava os egos dos caçadores, com 79 aves cobradas no total, entre as quais, salvo erro, 2 perdigões reais.

Parabéns, uma vez mais, ao JEP e filhos, sempre esforçados, e com uma bela herdade de caça!.

Abraço amigo.

Até à próxima época se Deus quiser.

Ai que saudades que eu vou ter disto...






segunda-feira, dezembro 28, 2015

Caçar em Mértola



















Herdade de Santa Maria
São João dos Caldeireiros

À medida que a época de caça avança rapidamente para o seu termo, é normal que os resultados e os quadros de caça sejam cada vez mais parcos, mais escassos. O contrário é que seria anormal e, infelizmente, vemos isso muitas vezes.

Nesta simpática herdade onde faço algumas boas caçadas por época, tenho muita dificuldade em bem expressar o que me atrai para estas bravias terras.

As peças de caça são de inegável e até invejosa qualidade sobretudo quando comparadas com outros coutos, quase vizinhos e onde abastada gente "caça".

A foto de paisagem que acima coloco não reflecte, de modo algum, as dificuldades, por vezes extremas com que nos deparamos nalgumas zonas da herdade, sobretudo nos projectos de pinheiros, e na caça à perdiz.

Aqui, as perdizes quando embatem no chão não soltam penas como é tão característico das perdizes de cativeiro. Os coelhos, quando desalojados pelos cães, fogem desalmadamente para as suas tocas e não são daqueles que correm por todos os lados mas não sabem onde esconder-se.

Nesta altura da época, somente algumas portas bem colocadas garantem mais abates e, portanto, a possibilidade de atingir, no final, o cupo instituído pelos donos da exploração de caça.

De salto, nesta altura da época, se derrubar  1 ou 2 destas aves já é um bom resultado. Para muitos, para aqueles que só gostam de dar tiros mas que de caçadores pouco terão, não é o local aconselhado para a prática "do salto"

Agora para aqueles que gostam do desafio de conseguir o cupo de perdizes, com o perdigueiro pela frente, como eu tanto gosto, há algo que, como acima refiro, não consigo explicar a atracção de aqui vir caçar.

Depois do dia de caça, pernoitar e jantar em Mértola, permite-nos sempre, trazer de recordação uma foto daquela localidade que, à noite mais parece um presépio iluminado.

Dia 09 de Janeiro será a última jornada na Herdade de Santa Maria.

Um abraço amigo.







sábado, dezembro 12, 2015

Não desfazendo....




















05-1-2015
Salvada - Beja


Bom, não desfazendo nalgumas zonas de caça que, seguramente, serão bem melhores que esta, as fotos acima acabam por serem bem atípicas e desenquadradas da realidade desta caçada..

Só posso ter o grato prazer de dizer que, e aqui convenhamos referir que é obra, 2 amigos ( 2 espingardas) com os seus 2 bons cães de caça ( e seguramente que haverão muitos e bem melhores cães de caça que os nossos... ) nesta zona de caça fizeram umas belas perchas cujo total alcançou, no conjunto dos 2 dias, se não me falha a memória,  11 lebres, 4 coelhos, 4 perdizes, 1 pato e 1 torcaz, ou seja 10 peças por cada espingarda no conjunto dos 2 dias, 5 por dia/caçador. Falamos de caça de salto, não em linha ...!

Isto, em Dezembro, já praticamente a caminho do final da época.

Mas ainda vou fazer mais umas contas.

É que as fotos acima foram tiradas a meio da manhã do 1º dia ! - tenho de refazer os números.

Infelizmente, o autor teve o azar de, logo no 1º dia, sábado, de manhã, contrair uma lesão no tornozelo, e, no dia seguinte, domingo, com muita tristeza minha, tive de regressar a casa pois o inchaço e as dores já eram insuportáveis.

Quer isso dizer que, não tendo tido a oportunidade de tirar uma foto final no sábado à tarde, já por manifesta incapacidade física, ainda, nesse mesmo dia, apanhámos, os dois, noutras zonas do couto mais "perdiceras" como dizem os nossos vizinhos e confrades espanhóis, ainda mais uma lebre e 4 perdizes.

Só posso adiantar que é angustiante a cadela estar a dar com os rastos das perdizes, adiantar-se logo mais rápido como é normal, e o dono "sem perna" para lhe acompanhar o andamento. Era vê-la dobrar os cabeços e, quando eu devia estar em cima dela para conseguir atirar às perdizes, não o conseguia fazer - só ouvia as aves do outro lado a levantar voo e nem sequer as via ou sabia para onde iam.

No domingo, no dia do meu regresso, sobrou  tempo, pelas 08h00 da manhã, de conseguir sair do carro, a algum custo, e captar ( última foto de baixo) o espesso e sempre misterioso manto de nevoeiro que tapava quase por completo aquelas terras.

Pois durante esse dia, o meu amigo PL e o seu inseparável 'Sado' ainda conseguiu um cupo de + 2 lebres + 2 coelhos+ 1 pato + 1 torcaz.

Assim "brincamos" por estas fantásticas terras de caça que, comparadas com muitos coutos em Mértola, onde usualmente se caça em linha, acabam por ser individualmente mais produtivas e dão muito mais "escola" aos cães..

Entramos na quadra natalícia e o tempo vai sendo agora mais para a família.

Para o ano, com os desenvolvimentos ali existentes dos projectos de rega do Alqueva, adivinho, pelo tipo de culturas e plantações previstas,  que vamos ter por aqui mais codornizes, mais lebres e, se o tempo correr de feição, mais coelhos e perdizes.

Um abraço amigo.

terça-feira, dezembro 01, 2015

Tributo à Inka




A Inka, de guarda ao seu espólio do dia.






























28-11-2015
Terras de Beja

Neste sábado havia marcado encontro na Herdade do Jarropal, em Mértola para uma caçada em linha, à perdiz, com os amigos GS e PL.

A Inka, estando em pleno cio e ainda por cima já nos seus dias férteis, levou-me a tomar a decisão e optei por substituir aquilo que iria ter no Jarropal pelo que tive na Gravia Grande.

Embora privando-me da companhia dos meus amigos, em boa hora o fiz.

Estas são verdadeiramente terras de caça, sobretudo para a praticar, de salto, com o nosso cão de parar, pela frente.

E aqui, hoje, vejo-me obrigado a fazer uma sincera e sentida homenagem de gratidão à  minha cadela, que esteve verdadeiramente endiabrada neste dia.

Todo o caçador tem a propensão de considerar que o seu companheiro de 4 patas é quase sempre melhor do que os outros.

A Inka, do canil Alão de São Bartolomeu, foi por mim repescada há 5 anos atrás, quando andava com uns tenros 5 meses de idade, perdida algures nas herdades de Ferreira do Alentejo, a caçar praticamente todos os dias, ao lado do dono da exploração da caça. Caçava para todos, dentro de toda a linha, era um pivot de equipa sem rei nem roque, sem instrução nenhuma de posicionamento e educação.

Depois de observar a cachorra, repito,com os seus 5 meses de idade, em 3 ou 4 lances, em que bateu claramente em mestria e nariz todos os outros cães que por ali caçavam, escolhi o meu alvo. Tinha de ter aquela cachorra para  mim.

Alguns meses mais tarde consegui-o, finalmente, e, desde então,  tornou-se  na minha inseparável companheira das lides cinegéticas . Já me desapontou algumas vezes na caça ( sim, quem não erra?) mais por impaciências do dono do que propriamente por erros dela, mas as alegrias sempre se sobrepuseram em larga escala às decepções, nesta arte, nesta escola de virtudes que é o acto de caçar, quer para o dono quer para o seu cão.

Quando para aqui venho, para a Salvada, procuro sobretudo o espaço, amplo,  que me é impossível encontrar na cidade, procuro também  o silêncio da natureza nestas terras do Alentejo, mas, sobretudo, procuro e geralmente alcanço uma profunda paz de espírito e tempo de sobra, para mim próprio.

Procuro esse desafio, de me superar a mim mesmo na luta pela descoberta e captura de caça, neste adiantado da época em que lutamos quase em igualdade de circunstâncias. Eu, com boas armas e munições, elas, as espécies, a caça, que já me reconhece à distancia, com toda a sua artimanha de camuflagem e fuga muito antes de poder chegar perto. É assim a caça de final de Outono, esperta, matreira, leva-nos muitas vezes quase ao desespero de a vermos escapulir-se deixando-nos muito poucas hipóteses de êxito.

Voltando ao meu dia de caça, a meio da manhã já tinha vindo ao carro largar 2 lebres, primeiro brilhantemente detectadas e depois levantadas pela Inka em olival velho que por ali conheço. Saíram as duas a jeito, a correr à frente dela e, confesso, também não deixei os meus dotes de atirador médio em mãos alheias. Dois passos rápidos ao lado, dois tiros bem centrados e, secos, deram a merecida resposta e oportunidade à cadela de fazer 2 belos cobros.

Na linha de caminho de ferro da povoação de Quintos, mudava de cartuchos na sobrepostos e fazia mais 3 codornizes.

Como sempre, um bando de perdizes daquelas que lá nasceram e que já "a sabem toda" colocaram-se longe, do outro lado da ribeira, intransponíveis. A sacrifício, ainda fui lá ver delas, mas devem ter-se entranhado dentro da terra, pois nem uma mais vi.

Baleizão estava ali pelo caminho e parei para comer uma bela sandes de presunto em pão alentejano e beber uma taça de vinho novo branco, Margaça, da zona de Pias,tudo rebatido com um café bem quente.

Até à hora do almoço, ainda visitei uns terrenos de lebres. Uma fugiu-me pela frente, longe, sem dar hipótese. Fiquei a vê-la correr até desaparecer no horizonte. A outra, ia completamente distraído a olhar para o chão quando olho para o lado e vejo-a a escapar-se, lesta, direi mesmo desalmadamente para dentro do olival do espanhol. Esta dava-me tiro, mas caça é isto, umas vezes saímos vencedores nos lances outras vezes o oposto, bem derrotados.

Ao almoço, com um magnífico dia de sol, frango assado no churrasco, com batata frita e salada de tomate maduro, com muita cebola. Uma taça de vinho tinto, um pudim de ovo e um café escaldado.

Aproveitei,  comprei e arrumei no porta bagagens 10 litros de azeite novo, puro e autêntico, do melhor que por ali se faz, por um dinamarquês sediado na região, proprietário de um belo monte, K. Larsen.

Depois de deixar alguma bagagem no Monte da Gravia, meti a espingarda e a cadela dentro da carrinha, mais um punhado de cartuchos e dirigi-me a uma conhecida zona de perdizes.

O sol já ía caindo ( agora às 17h30  é praticamente de noite) quando levantei o primeiro bando. Foram para muito longe, desanimei logo. Mesmo assim, fui-lhes no encalço. De caminho a Inka começa a dar-me sinais claros de perdizes por ali e por baixo de uma oliveira, com o vento de ventas, parou. Acelerei o passo e ao virar a oliveira a perdiz arranca, brava, escondendo-se com outra oliveira. Tiro rápido e veio cair na encosta. A braco corre, rápida, ao tombo e ainda ferida, consegue agarrá-la, segurá-la bem na boca, e trazer-me a ave à mão.

Já ia virando para o carro quando, numa cerca de arame farpado, encostada a uma lavrada enorme, mas com pastos só por baixo da aramada, a Inka descobre um "túnel" no pasto, mas baixa imediatamente o quadril e começa a abanar rapidamente o rabo, tipo pincel.. Não demorou quase nada, 4 ou 5 segundos depois o coelho estava a sair pela minha frente e a correr para trás, bem direitinho às tocas. Um tiro certeiro, a uns 25 metros e ficou redondo.

As fotos acima reflectem o que para mim foi um dia perfeito de caça.

Na primeira consegui com o telemóvel uma paragem da Inka a codorniz. Escusado será dizer que a ave fugiu. Mas eu consegui o que queria, A foto da paragem. Não é bem das melhores mas é para mais tarde recordar.

As seguintes são para a recordação.

Oh happy day !!

Abraço amigo.